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terça-feira, julho 05, 2005

De volta!


Pois bem...aqui estou eu dps de alguns meses de ausência!! Não não me esqueci do blog...mas por falta de tempo..preguiça e tambem por opção deixei de escrever! No entanto ñ deixei de pensar no blog e pensei algumas vexes se ia continuar a escrever! E a conclusão que xeguei foi que vou continuar a postar nem que seja de ano a ano mas vou continuar! Nunca tive grandes perspectivas nem obrigatoriedades pa este blog a ñ ser uma coisa que disignei "o meu espaço", e por isso vou continuar com a minha "politica" que decidi desde que "abri" o blog, vou apenas escrever quando me "der na real gana"! E assim vai o meu blog ou como eu próprio lhe chamo o meu espaço!

terça-feira, março 29, 2005

Parabêns!


Queria apenas aqui desejar os parabêns ao blog 100 senso comum pelo seu 1º aniversãrio e felicitar o seu autor pelo exlente blog ke continua a manter!
E não tenho mais nada a dizer a não ser continua que eu vou continuar a ler e mais uma vez parabêns!!

sexta-feira, março 25, 2005

Morte


Morte...algo que muitos preferem não falar, para outros algo que é um tabu, para outros um assunto que tentam repudiar e para outros algo que é o mais normal e a única coisa certa na nossa vida (como eu)!
Eu gostaria de saber porque para muitos a morte é um "problema", se todos nós sabemos que é o que nos vais acontecer e para quem acredita em destino(eu não acredito)..podemos lhe chamar o nosso destino "final"!
E porque encarar a morte como algo de estranho se isso não tem o mínimo de estranheza? É claro que não me estou a referir a quem morre de acidente e coisas por ai afins, mas sim mortes "naturais". Simplesmente acabou o nosso tempo de existência no mundo, e a morte vem como qualquer outra coisa que veio durante a nossa existência. Uma coisa que eu também me pergunto a mim mesmo é quando uma pessoa diz que quer viver até as 100 anos e se possível mais! E eu pergunto para que? Para ter uma vida deprimente, que se limita a dormir, comer, arrumar a casa, passar as tardes em bancos de jardins a conversar ou a jogar as cartas? Ou então passar o resto dos dias num lar de idosos? Não será melhor aproveitar a vida até as 60/70 anos e a partir dai fazer a vida de "descanso" que referi anteriormente sem se preocupar com o dia da amanha e daqui por quanto tempo vai morrer?
Eu não me preocupo com a morte, quando morrer morri faz parte da minha vida, e era assim que todos nós a devíamos ver, não como algo a temer, mas sim como algo que já sabemos que vai acontecer e torna-lá o mais natural possível.
Outra coisa que me "indigna" profundamente quando se fala de morte é em agências funerárias e os rios de dinheiro que se gastam para enterrar uma pessoa, mas isso tudo também por causa da igreja, pagar-se a uma empresa para transportar um cadáver de uma igreja para um cemitério e pagar para meter o cadáver numa caixa de madeira que podem custar centenas e ate mesmo milhares de contos para que? se ao fim de uns anos não vai lá existir nenhum pedaço de madeira? Talvez para prolongar o sofrimento da perda de um ente que nos é querido e enriquecer pessoas que vivem a custa da "desgraça" dos outros! Para mim é a única solução que me acorre porque tudo o resto num têm lógica nenhuma, já para não falar dos cemitérios.
A morte é o consumar da nossa existência, e mais do que nos preocuparmos com o dia em que vamos morrer que tal preocuparmo-nos em abrir os olhos (que esses sim parecem mortos) e tentar fazer algo durante a nossa existência que mude o nosso mundo?!


quarta-feira, março 23, 2005

A Nossa imprensa


"Cadela da a luz no metro dos restauradores", mais uma bela noticia que tive o desprazer de ler na nossa imprensa, leia-se Correio da Manhã.
E eu pergunto que interesse e de tão extraordinário este acontecimento têm para fazer parte de uma notícia de um jornal?
Em meu ver nenhum, mas os directores de redeção dos jornais lá sabem!
E vai assim a nossa imprensa...TVI e 24 horas que se cuidem porque parece que ja têm mais um adversário a altura.


Landing in London


I woke up today in London
As the plane was touching down
And all I could think about was monday
And maybe ill be back around

If this keeps me away much longer
I dont know what i will doY
ouve got to understand its a hard life
That im going through

And when the night falls in around me
I dont think ill make it through
Ill use your light to guide the way
Cause all I think about is you

Well L.A is getting kinda crazy
And New york is getting kinda cold
I keep my head from geting lazy
I just cant wait to get back home

And all these days i spend away
Ill make up for this i swear
I need your love to hold me up
When its all too much to bear

And when the night falls in around me
I dont think ill make it through
Ill use your light to guide the way
Cause all I think about is you

And all these days i spend away
Ill make up for this i swear
I need your love to hold me up
When its all too much to bear

When the night falls in around me
I dont think ill make it through
Ill use your light to guide the way
Cause all I think about is you


3 doors down - Landing in London
Simplesmente uma musica que serve de "refugio" em horas em que os pensamentos e as ideias se encontram no seu auge.

segunda-feira, março 21, 2005

"...deus castiga"


"...deus castiga" uma expressão sobejamente conhecido por nós! No outro dia ouvir alguém proferir esta expressão e perguntei-me a mim mesmo, deus afinal castiga do que e porque?
Haverá alguma vez alguém com "poderes" que consiga alterar o rumo dos acontecimentos?
E já agora de que lógica isto se faz acompanhar? Resposta: Nenhuma
E os critérios desses "castigos" vão de encontro as "leis" da bíblia??

domingo, março 13, 2005

Não..não me esqueci do blog...


Pois bem...depois de muito tempo sem escrever no blog cá estou eu de novo!

sábado, dezembro 18, 2004

Simplesmente apeteceu-me escrever!


Nestes últimos dias abateu-se sobre mim uma enorme vontade de escrever não sei muito bem derivado a que, simplesmente apeteceu-me!
Não tenho nenhum tema escolhido para falar mas apenas escrever porque sinto vontade, e também para tentar expressar aquilo que sinto. Apesar de ser "feliz" (segundo o nosso conceito de felicidade) sinto um vazio dentro de mim com o qual não associo nada nem ninguém, mas talvez apenas este mundo em que em muitas situações do meu cotídíano não me identifico e sinto-me perdido neste imenso universo. Pode parecer estranho estar a dizer isto tendo eu apenas 16 anos e normalmente tentar apenas fazer o próprio da minha idade (que nem sempre é mesmo o mais correcto) mas é isto que sinto.
A nossa existência é submergida por coisas ás quais damos mais importância do que propriamente a viver a nossa vida, e aproveita-la sem nos preocuparmos em ter-mos um "modelo" de vida, sem nos preocuparmos com a nossa própria morte ou o que acontecerá de determinado momento para a frente. Porque não limitarmo-nos a viver e fugir ao estereótipo a que estamos destinados e mudarmos completamente a nossa maneira de "olhar" o mundo e a nossa vida (se é que isso algum dia é possível). Do que nos vale tentar apelar a um ser "mais poderoso" que nos livres de determinado acontecimento, que nos "dê" determinada benesse, que algo acontecerá por pedirmos a esse ser (na maior parte das vezes Deus) e renegar para ele qualquer tipo de coisa seja ela inexplicável ou não, afinal de contas somos nós que definimos o percurso que percorremos na nossa existência. Tudo na nossa vida tem uma razão de ser, nós é que em muitos casos estamos longe de saber qual a sua razão e poderemos nem nunca vir a descobrir enquanto humanos o seu porquê.
A nossa existência e a razão porque existimos é algo que a humanidade nunca vai conseguir dar resposta a não ser que consigamo-nos transformar no "super-homem" como Nietzcshe escreve em "Assim Falou Zaratrusta" e nos superemos a nós próprios. O nosso mundo é muito mais complexo do que aquilo que a humanidade possa pensar, mas no entanto não aproveitamos nada do que temos e limitamo-nos a destruirmo-nos a nos próprios ou a entrarmos num mudo limitado pela sociedade o qual nem todos o aceitam e tentam fugir dele (felizmente).
Não me identifico com muitas das regras e "acções" a que estamos sujeitos e sinto um vazio dentro de mim ao "analisar" este mundo em que vivo e penso muitas vezes se sou eu que não faço parte dele ou ele é que não faz parte de mim! Talvez seja eu que não faça mesmo parte dele mas como posso conjugar tudo isto se não posso "vestir" uma mascara e tentar fazer de mim uma pessoa a qual não sou, só para me identificar com este mundo (que não é necessariamente o meu) e agradar a gregos e troianos. Por isso mesmo limito-me a ser eu próprio mesmo que esse "ser eu próprio" me traga um vazio mas que se torna um vazio reconfortante ao saber que não entrei neste mundo criado pela sociedade e que teima em ser eternizado pelo homem! Mas apesar de tudo isto ao olhar para a sociedade penso duas vezes se não será melhor "vestir" essa mascara e tornar-me numa pessoa que não sou, afinal de contas o que conta ser eu próprio? Se não sentir-me feliz por ser eu mesmo mas se perante aos olhos do mundo torno-me fraco e impotente? Afinal de contas não é quem enverga essa mascara que "vence" no nosso mundo? Resposta: É! Mas como já referi anteriormente prefiro ser eu próprio e perder aos olhos da sociedade mas ganhar perante mim mesmo e são nos momentos de maior vazio e não identificação com tudo o que me rodeia que me sinto feliz por ser quem sou!